The Unlimited X-Pride

Só agora consegui terminar a minha arte para comemorar o mês do orgulho LGBTI. E nada mais propício do que desenhar a essência da luta contra o preconceito nos gibis: os personagens queers de X-men, aqui agrupados como uma equipe, a X-Pride.

A inspiração para esse desenho veio da icônica capa de Giant-Size X-Men 1, lançada em 1975 feita por Gil Kane e Dave Cockrum.

Caso você não esteja reconhecendo alguns personagens, segue uma lista com os nomes (em inglês) e seus respectivos poderes:

  • Anole (Victor “Vic” Borkowski): Possui pele escamosa verde, além de língua pegajosa preênsil, agilidade sobre-humana, velocidade, reflexos, podendo andar pelas paredes, além de regeneração e poder de camuflagem.
  • Bling (Roxanne “Roxy” Washington): Possui pele cristalina que lhe dão uma certa resistência além de poder criar lascas de diamante que podem ser arremessadas de seu corpo em alta velocidade.
  • Deadpool (Wade Winston Wilson): Reflexos sobre-humanos, regeneração e fator de cura que lhe concedem longevidade.
  • Doop : Voo, fator de cura acelerado, força e durabilidade sobre-humana, maleabilidade física, capacidade de replicar objetos físicos, vazio extra-dimensional dentro do corpo que pode armazenar objetos e pessoas
  • Iceman (Robert Louis “Bobby” Drake): Manipulação de gelo e frio e capacidade de assumir uma forma física aprimorada feita de gelo sólido.
  • Karma (Xi’an Coy Manh): Possessão psíquica, proteção contra ataques mentais e telepatia.
  • Mystique (Raven Darkhölme): Metamorfose, agilidade e reflexos sobre-humanos, longevidade, fator de cura.
  • Northstar (Jean-Paul Martin): Velocidade sobre-humana e durabilidade, voo e manipulação de luz.
  • Psylocke (Elizabeth “Betsy” Braddock): Telecinese, telepatia, precognição, capacidade de construir armas feitas de energia psíquica, geralmente na forma de uma lâmina.
  • Rictor (Julio Esteban “Ric” Richter): Capacidade de gerar e manipular energias sísmicas.
  • Shade (Darnell Wade): capacidade de se teletransportar a si e aos outros através da Darkforce Dimension.
  • Shatterstar (Gaveedra-Seven): Atributos físicos sobre-humanos e fator de cura acelerado, cognição aprimorada, controlar freqüências de eletricidade e gerar ondas de choque vibratórias bioelétricas e criar portais de teletransporte através de suas espadas.
  • Wiccan (William “Billy” Kaplan): Manipular magia, Voar e Distorção da realidade.

E se você curtiu essa arte, você poderá adquirir um print dela que estará a venda na POC CON.

Redesign: Kaneda, de Akira

Eu me propus a fazer uma série de exercícios com sugestões mandadas pelos stories do Instagram de redesigns de personagens conhecidos da cultura pop. Seriam sketches rápidos, apenas para mostrar uma ideia. E a primeira sugestão foi uma de peso: Akira.

Akira é uma animação icônica, adaptação do mesmo mangá phodástico de Katsuhiro Otomo. Lançada em 1988, até hoje é um ícone da animação mundial, devido ao seu aprimoramento técnico muito superior ao que era produzido na época.

Como mexer então num clássico? Me limitei a pegar um dos protagonistas, Kaneda, e lhe dar uma roupagem diferente. Misturando seu visual com uma coisa de afro futurismo. O resultado foi esse:

Confesso que foi divertido. Mal posso esperar pelos próximos.

Um Blob como nunca vi…

Sabe quando um escritor pega um personagem de quinto escalão e dá uma densidade impar que te faz esperar ansiosamente pela próxima edição? Pois a escritora Leah Williams conseguir fazer isso, acredite, com o Blob!

Blob é um dos inimigos mutante dos X-Men, criado por Stan Lee e Jack Kirby e fez sua primeira aparição em Uncanny X-Men #3, de janeiro de 1964. Membro da Irmandade de Mutantes, ele era um personagem gordo, com pouco cérebro, amargurado e traumatizado com o mundo que sempre o humilhou e o tratou como chacota.

Só que no título X-Tremists, que faz parte da saga “Age of X-man” – onde temos uma nova realidade, criada por Nate Grey, ele virou um sujeito boa praça – bem paizão, culto, carismático e até sexy (seu uniforme lembra muito o do Wolverine na fase Morrison).

Um dos fatores da mudança do personagem, segundo Leah, é que nesse novo mundo utópico mutante, não existe preconceito corporal.

Particularmente eu achei maravilhoso e torço para o personagem não voltar ao que era antes quando a saga acabar. E, aproveitando, fiz uma fanarte dele:

Ash, de Streets of Rage 4… ou quase

A Sega divulgou essa semana um novo trailer do jogo Streets of Rage 4, apresentando parte do gameplay. O mais interessante é que a tela final mostra os então protagonistas, Axel e Blaze, mostrava silhuetas de possíveis novos personagens.

Num papo entre amigos, brincamos que o Ash seria um desses personagens novos…

Quem?

Ash é um mini-chefe na versão japonesa de Streets of Rage 3. Ele foi retirado da versão americana, por ser considerado ofensivo, deviso a ser um gay muito estereotipado.

Apesar de tudo isso, ele é um oponente muito poderoso que pode te acertar no chão ou dar um tapa em você, tirando bastante da sua saúde. Ash foi planejado para ser um personagem jogável depois de derrotá-lo, acabou sendo removido, selecionável através de truques.

Então?

Então que eu fiz uma fanart do polêmico personagem, inspirado no design do novo jogo. Enjoy:

Uma homenagem (quase) tardia aos 30 anos de Street Fighter!

Quem me conhece sabe que sou muito fã de jogos de luta. Sei que alguns de vocês só enxergam personagens brucutus se espancando sem sentido algum, mas eu gosto de apreciar o design dos personagens, seus golpes e histórias.

Foi por acaso, em 1991, que eu joguei uma única vez o primeiro Street Fighter. Eu e um grupo de amigos fomos até um botequim onde tinha uma “máquina esquisita de seis botões”. Na época, Final Fight estava no auge, e eu adorava dar uns pilões com o Haggar – embora nunca conseguisse chegar até o chefão final.

Minha experiência com o Street 1 foi bem decepcionante. Não passamos do terceiro inimigo, um tal de Geki.

O interessante foi que meses depois, eu conheci aquela máquina de flipper que marcaria toda uma geração: Street Fighter II. Tudo era bonito no jogo: os gráfico, visual dos personagens, os golpes e até os finais. E eu jogava pessimamente mal. Eu levei quase um ano para aprender a dar um Haduken.

E em 2018 essa franquia maravilhosa completou 30 anos! Eu estava decidido a fazer uma série de artes enfocando os principais jogos da franquia, mas devido a contratempos, não consegui terminar todas as ilustrações.

Estava pensando em abandonar o projeto, quando resolvi postar o que já estava pronto e fazer as outras durante o ano que vem. Afinal, é melhor uma comemoração tardia do que nenhuma, certo?

Sem mais delongas, seguem as artes:

E em 2019, tem mais (prometo).

Fanart Lobo Mau / Tute

Recentemente eu produzi um fanart para o Catarse da IndieVisivel Press, com um crossover inusitado entre os personagens de uma das série deles, Lobo Mau e Tute.

Confira como ficou legal:

Clique para ver na galeria

Fora isso, o pessoal da IndieVisivel Press está com um catarse bem legal para publicar seus quadrinhos, clique abaixo e saiba mais:

#inktober’17 – Dia 22: Udyr versus Volibear

E ainda na correria para ficar com o Inktober em dia, resolvi fazer um confronto entre dois personagens do MOBA League of Legends.

Numa pesquisa rápida por sugestões no Facebook, os mais pedidos foram o andarilho espiritual Udyr e Volibear, o rugido do Trovão.

Então, nada mais justo do que colocá-los pra brigar, certo?

Confira a arte:


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#inktober #inktober2007

#inktober’17 Combo – Dias 17, 18 e 19 – Fighting Games

Na corrida do Inktober, peguei três dias com o mesmo tema: Fighting Games.

Seguem respectivamente: Bob Wilson (de Fatal Fury), Sagat (de Street Fighter) e uma versão mais velha de Jano (de Mortal Kombat):


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#inktober #inktober2007

#inktober’17 – Dia 16: Stefan Wess

No Inktober de hoje resolvi pegar um desenho antigo meu, de 1996 e refazê-lo.

Trata-se um NPC (Non-player Character) das mesas de Mundo das Trevas que eu jogava. Na história eu jogava com um Toreador que era filho de um Lobisomem, um Cria de Fenris posto 5 chamado Stefan Wess.

Depois eu peguei esses personagens e fiz uma versão cômica desses que ficaria conhecia como World of Happiness, mostrando o cotidiano da Família Wess.

Uma das tradições que eu tinha era de todo ano desenhar um dos personagens numa pose meio “Capcom”, estilosa, tipo num jogo de luta com frases de efeito e tudo.

O primeiro desenho foi justamente o do Stefan, empunhando o seu Martelo de Thor (um fetiche, como são chamados os objetos mágicos na ambientação do jogo).

Infelizmente eu só tenho a imagem original num tamanho péssimo, numa época que a resolução padrão das telas era 800×600 pixels:

E segue agora o “remake”:

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#inktober #inktober2007

#inktober’17 – Dia 13: Wuvable Oaf

Dia 13 de Inktober e com ele uma homenagem a um quadrinho indie ursino que eu adoro: Wuvable Oaf, de Ed Luce.

A história central segue o personagem do título, Oaf Jadwiga, na sua busca pelo amor em uma cidade que nunca é explicitamente nomeada, mas é baseada em São Francisco. Uma série de subtramas incluem o relacionamento estranho de Oaf com seus gatos (dos quais ele possui dezenas) e obsessão com a banda de disco Eja©uloid, cujo cantor principal é o principal interesse amoroso de Oaf. O quadrinho também apresenta um extenso elenco de personagens, muitos dos quais protagonizaram suas próprias histórias de spin-off e mini-histórias.

Sem mais delongas:

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#inktober #inktober2007

 

#inktober’17 – Dia 8: ThunderCats versus…

O Inktober de hoje tem mais que um gosto de nostalgia e, confesso era uma coisa quee ue sempre quise ver na telinha.

No instagram eu lancei uma enquete em que avisava que o tema do dia 8 seria ThunderCats, um desenho que fez parte da minha infância. E na enquete, perguntava se a arte seria sobre os ThunderCats clássicos, de 1980 ou a versão reboot, de 2011, que eu gosto muito, confesso. E na votação, ganhou disparada a versão de 1980.

Só que, desde o ínicio a ideia da arte era ter um crossover com uma outra série da mesma produtora, os SilverHawks, confira:

Eu não sei vocês, mas eu adoraria ver esse duelo na tela…

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#inktober #inktober2007

#inktober’17 – Dia 2: Hexadecimal

Ainda numa onda nostálgica, o Inktober de hoje é da personagem Hexadecimal, da série ReBoot.

Essa série canadense, de 1994, impressionou na época por ser totalmente produzida por computador. Claro que hoje em dia ela é datada, mas se tinha uma coisa que eu achava legal era o vírus de computador Hexadecimal.

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#inktober #inktober2017

#inktober’17 – Dia 1: Powerline

Inktober! Esse evento super legal onde você posta um desenho arte-finalizado durante todos os dias de outubro!

A iniciativa foi criada pelo ilustrador Jeff Parker, confira o vídeo em que ele explica como tudo começou:

E para participar é bem simples:

Mas chega de papo e vamos ao que interessa.

Todo mundo tem um filme marcante. Embora a Disney tenha uma coleção de animações espetaculares, uma das minhas favoritas é Pateta, o Filme – que completou recentemente 20 anos.

Então, resolvi começar o inktober com uma arte do ídolo teen do filme: Powerline!

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#inktober #inktober2017

(Quase) #sketchember’17 – #26 Genn Greymane

A arte de Sketchember de hoje seria um fanarte de Genn Greymane, líder dos Worgens em World of Warcraft. Mas eu tava com saudades de praticar o colorido com as Copics e acabei arte-finalizando o desenho.

Segue o esboço:

Curtiu? Dá uma olhadinha no link da página com a galeria completa do Sketchember, clicando aqui!

E a arte-final:

#sketchember’17 – #16 Storm

Hoje o Sketchember tem um gostinho de #drawingwhileblack, celebrando os desenhsitas negros, resolvi desenhar uma negona da porra!!

Com vocês Ororo Monroe, a Tempestade (Storm):


Me inspirei no visual dela que mais gosto, o do moicano. Fora isso, Ororo é a minha segunda negona favorita da Marvel – pois a primeira é a Monica Rambeau (que já foi Capitã Marvel, Fóton e atualmente é chamada de Pulsar), que já está na lista.

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#sketchember’17 – #14 Disney Fantasy: Merida

Hoje resolvi fazer algo diferente no Sketchember. Fiz uma releitura de uma das minhas princesas Disney favoritas (sim, eu curto algumas): Merida, de Valente.

Convenhamos que a personagem já é RPGisticamente pronta: sua habilidade com o arco já a coloca como uma ranger de respeito. Confiram se eu não tenho razão:

Estou pensando se faço uma série com versões RPG de outras princesas, o que acham?
Curtiu? Dá uma olhadinha no link da página com a galeria completa do Sketchember, clicando aqui!

#sketchember’17 – #10 Fatal Fury

O sketchember de hoje tem um plus…
Senta que eu explico:

O tema de hoje seria Fatal Fury, só que o sketch ficou tão legal que eu resolvi arte-finalizar.

Segue o sketch do australiano Raiden, que também ficou conhecido como Big Bear:

E aqui a versão arte-finalizada:

 

Você pode conferir a versão maior dessa arte na galeria 2017 e você confere a galeria completa do Sketchember, clicando aqui!

#sketchember’17 – #7 Eggette

A arte do Sketchember de hoje tem origem no jogo Sonic Mania, em que o usuário @blackbookalpha ao ver o chefe aranha da Flying Battery Act 2 achou que em vez de ser o Dr. Robotinik de ponta-cabeça imaginou uma garotinha, assim criando uma sobrinha chamada Eggette, mas também apelidada de Omelette:

Aqui o vídeo com a boss battle:

E aqui o concept de Eggette:

O mais legal que os fãs de Sonic amaram a Eggette, inundando de fanartes e pedidos para a Sega torná-la cânone.

E é claro que não resisti em desenhá-la:

E aqui o link da página com a galeria completa do Sketchember!

A queda…

…uma quase fanfic de Overwatch

Antes de mais nada, vejam esse curta:

Quando vi pela primeira vez esse vídeo sobre a origem de Doomfist, novo personagem de Overwatch, fiquei pensando o porque dos membros da Overwatch o atacarem tão ferozmente.

Então, imaginei uma hq que se passa antes do vídeo, em que Doomfist e sua trupe tivessem armado uma cilada, deixando um importante membro do grupo a beira da morte. Mas, eu acabei desenhando apenas uma ilustração:

Clique na imagem para ampliar esta e outras artes

Sim, a vítima seria Torbjörn. Ao meu ver seria uma perda considerável, já que seu conhecimento é um precioso recurso ao grupo. Ele não chegaria a morrer, mas estaria fora de ação por um bom tempo.

E então, o que acharam?

Hodor, o Caminhante Branco

Embora não acompanhe a Série com regularidade, eu fui daqueles que ficaram penalizados com a morte do Hodor, na sexta temporada de Game of Thrones. Desde então sempre quis desenhar a cena dele segurando a porta, mas nunca me sentia pronto.

Então resolvi fazer algo diferente, em vez de reforçar o momento da morte dele, resolvi bancar o escritor de fanfic e desenhá-lo como um Caminhante Branco.

Sem mais delongas:

Para ver em tamanho maior e conferir essa e outras artes é só clicar na imagem ou aqui.

Poderoso Lion Man

Uma Dádiva dos Ninjas!

Fuun Lion-Maru (風雲ライオン丸, Fūun Raionmaru?), ou Poderoso Lion Man (como é conhecido no Brasil), é um Tokusatsu (seriado japonês), do gênero Henshin Hero Ação e Aventura, que estreou no Japão em 14 de abril de 1973 á 29 de setembro de 1973, onde foi exibido semanalmente às 19:00hs.

No Brasil, passava nas tardes de segunda a sexta, na extinta Rede Manchete.

O seriado passava na época do Japão feudal, contando a história de Dan Shimaru, um samurai de 21 anos que, após ter o irmão Dan Cage Noshin morto um monstro humano aliado da inescrupulosa família Mantor do Diabo, parte para a batalha movido por um desejo misto de vingança e justiça.

Se você não faz ideia do que estou falando, segue um trailer:

O ruimvilhoso de tudo era que apesar dele ser um samurai, era uma dádiva dos ninjas(!). E a fala na hora da transformação:

Durante a transfiguração o foguete preso em suas costas carregado com um tipo raro de polvora se transfere com energia elétrica proveniente da espada e em pleno ar se transforma em Lion Man, uma Dádiva dos Ninjas!

No fundo, Lion Man era uma boa ideia na época errada

A produção precária do seriado (mesmo pra época) e a cara de bichinho de pelúcia do herói garantiu o fracasso da série, que teve apenas 25 episódios. Em 2006 foi lançada uma versão chamada Lion Man G, inspirada na original, mas nos dias atuais, que também não fez sucesso.

Eu adoraria ver um reboot da série, com os efeitos e maquiagem de hoje em dia ia ser um sucesso!

Pensando nisso, fiz um redesign do personagem:

 

Desafiando a Gravidade…

…E saindo (um pouco) da Zona de Conforto.

Conversando com o meu amigo James, constatei que nesse ano meus trabalhos se resumiram a caras grandes, barbudos, com cara de mau.

Claro que houve exceções, como o Barrigas & Pelos, mas na maioria das artes depois do meu aniversário não saíram muito desse esquema que citei anteriormente.

É legal? Sim e não. Eu adoro desenhar caras grandes, barbudos em trajes medievais com cara de mau. A Constituição me garante esse direito. Mas isso me limita muito.

Então decidi sair do quentinho da Zona de Conforto e tentar coisas diferentes. E havia decidido que minha próxima arte seria uma personagem feminina.

Passei um dia pensando. Até que pensei em alguém que me fez rir, me fez chorar…
Me fez pensar que vale a pena Desafiar a Gravidade…

desafiando-a-gravidade
E ouçam bem, a minha voz… O Mágico e toda OZ… Agora vão me ver voar!

Ela mesma Elphaba, a Bruxa Má do Oeste do musical Wicked, que consegui assistir graças ao meu amigo Hique (sou eternamente grato, viu?).

E é isso. Vou procurar maiores desafios e variar um pouco o tema das minhas artes.

Uma aventura em Pokémon Go

Depois da arte com os três representantes ursinos dos times de Pokémon Go, nada mais justo do que homenagear o meu time favorito na série (pelos menos na série animada). E foi assim que eu desenhei uma nova Equipe Rocket nesse mundo, com a mesma pegada ursina:

team_rocket_by_marco_bym

Sim, eu sei que Pokémon Go só tem a primeira geração dos bichinhos, mas convenhamos que um Pangoro caiu como uma luva para eles, não acham?

Mas então que eu descobri um truque bem interessante no Facebook para você publicar as suas fotos com um efeito de 360º. Na hora eu vi o potencial disso, não para fotos, mas para tirinhas em quadrinhos. Então que resolvi usar os personagens criados de Pokemón Go para uma mini-aventura.

Infelizmente, não dá para publicar a versão 360º igual como saiu no Facebook, mas vocês podem conferiri como ficou clicando AQUI.  Fora isso o recurso não é acessível via smartphones com Android, mas roda numa boa pelo iPhone.

Mas, para que vocês não fiquem na mão, segue a versão normal da historinha, seguida de curiosidades:duelo_pokego_pag_01_by_Marco_bym duelo_pokego_pag_02_by_Marco_bym duelo_pokego_pag_03_by_Marco_bym duelo_pokego_pag_04_by_Marco_bym duelo_pokego_pag_05_by_Marco_bym

Curiosidades

O celular de Buzz faz referência não só a Pokédex clássica, mas ao Reino dos Cogumelos.

O nome da dos dois integrantes da Equipe Rocket é uma homenagem a Jack Radcliffe, famoso ícone ursino norte-americano.

O visual de Jack foi inspirado no Bebop, das Tartarugas Ninjas e Radcliffe no competidor de luta greco-romana Robby Smith.

E, sim, os dois são um casal. <3

O mascote da equipe se chama Goronda, nome original japonês do Pangoro.

Hurley e Mack também tem seus nomes tirados de ursos famosos, no caso Steve Hurley e Mack SF (vou deixar que você se aventure no Goggle e descubra mais sobre eles, mas vou logo avisando que o conteúdo é NSFW).

Da concepção até a publicação da tirinha, levei cerca de sete horas.

E vocês, para quem vocês torceriam nessa batalha?

Team Mystic

É. Também fui fisgado pelo Pokémon Go. #mejulguem

Quando eu cheguei no nível 5, tive a opção de pertencer a um time. Eu queria que tivesse o team Rocket, mas na falta dele eu tinha três opções: Instinct, Mystic e Valor.

Como eu me identifiquei com o Mystic, não só pelo lema mas também pela líder Blanche, que tem aquele ar de dona da porra toda, fiz um desenho de um urso junto com a diva líder Blanche.

mystic_team_by_marco_bym

Para ver outras artes, é só clicar AQUI.

InkTober – X-men / Teen Titans

A inspiração do InkTober de hoje vem de outro InkTober! E remete a um clássico dos crossovers dos gibis!
A inspiração do InkTober de hoje vem do trabalho do Phil Jimenez (fodástico desenhista da Marvel e DC – sua fase pela Mulher Maravilha é épica!), que está desenhando uma falsa continuação do crossover “X-Men/Teen Titans” em seu Instagram, apenas por diversão.

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InkTober – Grizzly and the Bear Patrol

Apesar dos quadrinhos estarem muito mais liberais e abraçando diversas causas (apesar de alguns fãs menos iluminados reclamarem), é muito bom quando você encontra um trabalho que além de você se sentir representado, é bem-feito e acima de tudo, divertido!

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