Inktober 2019 dia 02 – Mindless

Dia dois do Inktober! e segundo a lista oficial, o tema de hoje é mindless, que pode ser definido como ‘irracional’.

Minha escolha foi uma personagem que entra num modo irracional e que deu muito trabalho para quem jogava The King of Fighters 97: Orochi Leona!

Seguem as galerias da minha participação nos anos anteriores:

Inktober 2018

Inktober 2017

Inktober 2016

Inktober 2015


#inktober #inktober2019



The Unlimited X-Pride

Só agora consegui terminar a minha arte para comemorar o mês do orgulho LGBTI. E nada mais propício do que desenhar a essência da luta contra o preconceito nos gibis: os personagens queers de X-men, aqui agrupados como uma equipe, a X-Pride.

A inspiração para esse desenho veio da icônica capa de Giant-Size X-Men 1, lançada em 1975 feita por Gil Kane e Dave Cockrum.

Caso você não esteja reconhecendo alguns personagens, segue uma lista com os nomes (em inglês) e seus respectivos poderes:

  • Anole (Victor “Vic” Borkowski): Possui pele escamosa verde, além de língua pegajosa preênsil, agilidade sobre-humana, velocidade, reflexos, podendo andar pelas paredes, além de regeneração e poder de camuflagem.
  • Bling (Roxanne “Roxy” Washington): Possui pele cristalina que lhe dão uma certa resistência além de poder criar lascas de diamante que podem ser arremessadas de seu corpo em alta velocidade.
  • Deadpool (Wade Winston Wilson): Reflexos sobre-humanos, regeneração e fator de cura que lhe concedem longevidade.
  • Doop : Voo, fator de cura acelerado, força e durabilidade sobre-humana, maleabilidade física, capacidade de replicar objetos físicos, vazio extra-dimensional dentro do corpo que pode armazenar objetos e pessoas
  • Iceman (Robert Louis “Bobby” Drake): Manipulação de gelo e frio e capacidade de assumir uma forma física aprimorada feita de gelo sólido.
  • Karma (Xi’an Coy Manh): Possessão psíquica, proteção contra ataques mentais e telepatia.
  • Mystique (Raven Darkhölme): Metamorfose, agilidade e reflexos sobre-humanos, longevidade, fator de cura.
  • Northstar (Jean-Paul Martin): Velocidade sobre-humana e durabilidade, voo e manipulação de luz.
  • Psylocke (Elizabeth “Betsy” Braddock): Telecinese, telepatia, precognição, capacidade de construir armas feitas de energia psíquica, geralmente na forma de uma lâmina.
  • Rictor (Julio Esteban “Ric” Richter): Capacidade de gerar e manipular energias sísmicas.
  • Shade (Darnell Wade): capacidade de se teletransportar a si e aos outros através da Darkforce Dimension.
  • Shatterstar (Gaveedra-Seven): Atributos físicos sobre-humanos e fator de cura acelerado, cognição aprimorada, controlar freqüências de eletricidade e gerar ondas de choque vibratórias bioelétricas e criar portais de teletransporte através de suas espadas.
  • Wiccan (William “Billy” Kaplan): Manipular magia, Voar e Distorção da realidade.

E se você curtiu essa arte, você poderá adquirir um print dela que estará a venda na POC CON.

Redesign: Kaneda, de Akira

Eu me propus a fazer uma série de exercícios com sugestões mandadas pelos stories do Instagram de redesigns de personagens conhecidos da cultura pop. Seriam sketches rápidos, apenas para mostrar uma ideia. E a primeira sugestão foi uma de peso: Akira.

Akira é uma animação icônica, adaptação do mesmo mangá phodástico de Katsuhiro Otomo. Lançada em 1988, até hoje é um ícone da animação mundial, devido ao seu aprimoramento técnico muito superior ao que era produzido na época.

Como mexer então num clássico? Me limitei a pegar um dos protagonistas, Kaneda, e lhe dar uma roupagem diferente. Misturando seu visual com uma coisa de afro futurismo. O resultado foi esse:

Confesso que foi divertido. Mal posso esperar pelos próximos.

Um Blob como nunca vi…

Sabe quando um escritor pega um personagem de quinto escalão e dá uma densidade impar que te faz esperar ansiosamente pela próxima edição? Pois a escritora Leah Williams conseguir fazer isso, acredite, com o Blob!

Blob é um dos inimigos mutante dos X-Men, criado por Stan Lee e Jack Kirby e fez sua primeira aparição em Uncanny X-Men #3, de janeiro de 1964. Membro da Irmandade de Mutantes, ele era um personagem gordo, com pouco cérebro, amargurado e traumatizado com o mundo que sempre o humilhou e o tratou como chacota.

Só que no título X-Tremists, que faz parte da saga “Age of X-man” – onde temos uma nova realidade, criada por Nate Grey, ele virou um sujeito boa praça – bem paizão, culto, carismático e até sexy (seu uniforme lembra muito o do Wolverine na fase Morrison).

Um dos fatores da mudança do personagem, segundo Leah, é que nesse novo mundo utópico mutante, não existe preconceito corporal.

Particularmente eu achei maravilhoso e torço para o personagem não voltar ao que era antes quando a saga acabar. E, aproveitando, fiz uma fanarte dele:

Ash, de Streets of Rage 4… ou quase

A Sega divulgou essa semana um novo trailer do jogo Streets of Rage 4, apresentando parte do gameplay. O mais interessante é que a tela final mostra os então protagonistas, Axel e Blaze, mostrava silhuetas de possíveis novos personagens.

Num papo entre amigos, brincamos que o Ash seria um desses personagens novos…

Quem?

Ash é um mini-chefe na versão japonesa de Streets of Rage 3. Ele foi retirado da versão americana, por ser considerado ofensivo, deviso a ser um gay muito estereotipado.

Apesar de tudo isso, ele é um oponente muito poderoso que pode te acertar no chão ou dar um tapa em você, tirando bastante da sua saúde. Ash foi planejado para ser um personagem jogável depois de derrotá-lo, acabou sendo removido, selecionável através de truques.

Então?

Então que eu fiz uma fanart do polêmico personagem, inspirado no design do novo jogo. Enjoy:

City of Mist

Woof, berds!

E hoje tenho mais algumas ilustrações que tenho feito para a nossa campanha de City of Mist, que tenho jogado com um grandalhão a la Bud Spencer, chamado Tank Stone.

Para quem está acompanhando pela Twitch, este é o link do terceiro capítulo da aventura:

Cidade Velha, Novos Problemas

Então que este ano eu voltei a jogar RPG a convite do meu amigo Márcio Lima, vulgo Alazahell. E o cenário escolhido foi City of Mist, um RPG de fantasia urbana noir com super-poderes.

Eu resolvi fazer um “fortão”, no melho estilo Bud Spencer, chamado Tank “Mão do Diabo” Stone, um cara amargurado, desesperançoso, que perdeu tudo e tenta sobreviver com o que sobrou da sua vida.

Tank “Mão do Diabo” Stone

Eu aproveitei para fazer uma ilustração do nosso grupo, no melhor estilo “capa de DVD da temporada”:

Alex Cosmos, Tank “Mão do Diabo” Stone, Camille Bonnet e Lian O’Connor

O melhor de tudo é que a partida foi transmitida pelo Twitch, no canal da Forja do Mestre que vocês podem conferir logo abaixo:

E se você quiser conhecer um pouco mais do universo e sistema do City of Mist, é só clicar no logo abaixo.

#Spidersona

Com a chegada de Homem-Aranha no Aranhaverso (que aliás foi tema de um artigo super bacana no Bear Nerd), a internet foi invadida por diversas artes de versões alternativas do amigão da vizinhança, chamados de spidersona.

E é claro que eu não podia ficar de fora e fiz a minha versão spidersona. Confira:

Uma homenagem (quase) tardia aos 30 anos de Street Fighter!

Quem me conhece sabe que sou muito fã de jogos de luta. Sei que alguns de vocês só enxergam personagens brucutus se espancando sem sentido algum, mas eu gosto de apreciar o design dos personagens, seus golpes e histórias.

Foi por acaso, em 1991, que eu joguei uma única vez o primeiro Street Fighter. Eu e um grupo de amigos fomos até um botequim onde tinha uma “máquina esquisita de seis botões”. Na época, Final Fight estava no auge, e eu adorava dar uns pilões com o Haggar – embora nunca conseguisse chegar até o chefão final.

Minha experiência com o Street 1 foi bem decepcionante. Não passamos do terceiro inimigo, um tal de Geki.

O interessante foi que meses depois, eu conheci aquela máquina de flipper que marcaria toda uma geração: Street Fighter II. Tudo era bonito no jogo: os gráfico, visual dos personagens, os golpes e até os finais. E eu jogava pessimamente mal. Eu levei quase um ano para aprender a dar um Haduken.

E em 2018 essa franquia maravilhosa completou 30 anos! Eu estava decidido a fazer uma série de artes enfocando os principais jogos da franquia, mas devido a contratempos, não consegui terminar todas as ilustrações.

Estava pensando em abandonar o projeto, quando resolvi postar o que já estava pronto e fazer as outras durante o ano que vem. Afinal, é melhor uma comemoração tardia do que nenhuma, certo?

Sem mais delongas, seguem as artes:

E em 2019, tem mais (prometo).