Uma homenagem (quase) tardia aos 30 anos de Street Fighter!

Quem me conhece sabe que sou muito fã de jogos de luta. Sei que alguns de vocês só enxergam personagens brucutus se espancando sem sentido algum, mas eu gosto de apreciar o design dos personagens, seus golpes e histórias.

Foi por acaso, em 1991, que eu joguei uma única vez o primeiro Street Fighter. Eu e um grupo de amigos fomos até um botequim onde tinha uma “máquina esquisita de seis botões”. Na época, Final Fight estava no auge, e eu adorava dar uns pilões com o Haggar – embora nunca conseguisse chegar até o chefão final.

Minha experiência com o Street 1 foi bem decepcionante. Não passamos do terceiro inimigo, um tal de Geki.

O interessante foi que meses depois, eu conheci aquela máquina de flipper que marcaria toda uma geração: Street Fighter II. Tudo era bonito no jogo: os gráfico, visual dos personagens, os golpes e até os finais. E eu jogava pessimamente mal. Eu levei quase um ano para aprender a dar um Haduken.

E em 2018 essa franquia maravilhosa completou 30 anos! Eu estava decidido a fazer uma série de artes enfocando os principais jogos da franquia, mas devido a contratempos, não consegui terminar todas as ilustrações.

Estava pensando em abandonar o projeto, quando resolvi postar o que já estava pronto e fazer as outras durante o ano que vem. Afinal, é melhor uma comemoração tardia do que nenhuma, certo?

Sem mais delongas, seguem as artes:

E em 2019, tem mais (prometo).

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